Setembro 2010
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CV

Nascido em 11 de Agosto de 1939.

Doutorado em Ética pela Universidade Lateranense (Itália), em 1967, com a classificação “summa cum laude” (10/10) – grau académico reconhecido pela Universidade Católica Portuguesa.

Actualmente, Vice Reitor da Universidade Autónoma de Lisboa, onde é Professor Catedrático de “Teorias das Relações Internacionais” e Director do Departamento de Relações Internacionais.

Coordenou o Instituto Sócrates para a Formação Contínua na mesma UAL e dirige o Observatório de Relações Exteriores que edita a publicação JANUS – Anuário de Relações Exteriores. É ainda o Coordenador Científico do Instituto de Investigação Pluridisciplinar da UAL.

Durante 15 anos, entre 1974 e 1989, dirigiu o CIDAC, organização não governamental portuguesa de cooperação para o desenvolvimento.

Entre 1989 e 1997 leccionou a Cadeira de “Filosofia e Deontologia do Serviço Social” no Instituto Superior de Serviço Social de Lisboa. Foi Professor Associado Convidado da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (até Outubro de 1998).

Actualmente, coordena o Mestrado em Estudos da Paz e da Guerra, na Universidade Autónoma de Lisboa; além disso, lecciona a Cadeira de “Globalização e Relações Internacionais de África” no Mestrado de Estudos Africanos do ISCTE.

Desde 1998, é conferencista regular do Curso de Defesa Nacional promovido pelo Instituto de Defesa Nacional. Desde o ano lectivo de 2004-05 lecciona ainda no Instituto de Altos Estudos da Força Aérea e presentemente no Curso de Estado Maior Conjunto do Instituto de Estudos Superiores Militares.

Em 10 de Junho de 1998 foi condecorado pelo Presidente da República com a Grande Cruz da Ordem da Liberdade.

Título da Comunicação

Fundamentos e originalidade táctico-estratégicos da acção político-militar de Amílcar Cabral e do PAIGC no contexto dos movimentos de libertação do Terceiro Mundo

Sinopse da Comunicação

Liderado por Amílcar Cabral, o combate pela independência na Guiné-Bissau passou por uma dupla transição: por um lado, a transição da reivindicação pacífica para o uso da violência; por outro lado, a transição da luta urbana para a luta no campo. Qualquer destas transições teve influência determinante na natureza e na condução da luta. O contexto internacional dos anos 1960 explica a adopção das respectivas orientações. Será interessante fazer uma tentativa de avaliação das mesmas, passado quase meio século.